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Edição nº 304 - Março de 2026 - ano XXVI

Carla Ayres e Dinho protocolam projeto para reforçar a segurança e garantir o naturismo na Galheta
Objetivo da proposta é assegurar as boas práticas e combater a violência registrada nos últimos meses.
Img.: Pedro Ribeiro

Manifestantes têm acompanhado o passo a passo para a volta do naturismo na praia da Galheta.
A vereadora Carla Ayres (PT) e o vereador Dinho (União Brasil), do município de Florianópolis, em Santa Catarina, apresentaram o Projeto de Lei 19.423/2024, para restabelecer o direito à prática do naturismo na Praia da Galheta, no mesmo município. Desde a década de 60, a Praia da Galheta tem se consolidado como um dos principais destinos naturistas do Brasil, ganhando em 1997, uma lei municipal (Lei CMF Nº 195/97) que oficializou este direito. Contudo, sem o devido debate público, a Câmara Municipal aprovou, em 2016, a Lei 10.100, suprimindo a lei anterior que assegurava o direito ao naturismo
no Monumento Natural Municipal da Galheta.
A apresentação do PL 19.423/2024, pela vereadora Carla Ayres e pelo vereador Dinho, buscam regulamentar o direito ao naturismo na Galheta e por fim aos recentes episódios de violência registrados no local. Ao longo dos últimos meses, Carla Ayres realizou uma série de reuniões com instituições da sociedade civil e órgãos da segurança pública, para discutir as principais problemáticas e as estratégias necessárias para assegurar o direito ao naturismo, a segurança dos frequentadores e a preservação ambiental.
O PL 19.423 determina que o naturismo não teria caráter obrigatório, portanto sendo facultativo aos frequentadores. Além disso, a proposta impede o naturismo nas trilhas que levam à praia, restringindo a sua prática na faixa de areia e no mar. O projeto também estabelece medidas de segurança, a serem desenvolvidas pelo Público Municipal ou em parceria com o Poder Público Estadual, para assegurar a ordem, coibir excessos e inibir abusos de qualquer natureza. A proposta ainda determina que sejam instaladas sinalizações, de modo a identificar a permissão para a prática naturista ao longo da praia.
Para Carla Ayres, a iniciativa é resultado de um importante diálogo construído com a sociedade e visa reconhecer uma prática que há décadas tem sido realizada de forma pacífica. “Nosso mandato foi procurado, em abril de 2023, pela Associação Amigos da Praia da Galheta (AGAL), que nos apresentou a legítima preocupação de ter seu direito assegurado e que as boas práticas naturistas pudessem ser respeitadas na Galheta. Sabemos que algumas pessoas têm se aproveitado deste direito para cometerem crimes, o que também tem gerado violência por parte de indivíduos que associam a causa dos problemas ao naturismo. A verdade é que a raiz do problema está na completa ausência do Estado naquele espaço. Por isso, nosso projeto visa regulamentar a prática naturista e instar o Poder Público a se responsabilizar pela segurança de todos os frequentadores da Galheta”.
Captura de tela de reproução de vídeo do Instagram
Carla Ayres é uma das autoras do projeto que regulamenta a prática do Naturismo na praia da Galheta.
Img.: Reprodução da página da Câmara de Vereadores de Florianópolis

Nesta primeira semana de março, a Câmara Municipal de Florianópolis aprovou um requerimento para que o projeto de regulamentação do naturismo na Praia da Galheta, apresentado pela vereadora Carla Ayres e o vereador Dinho, tramite simultaneamente nas 5 comissões pelas quais ele precisa passar antes de chegar ao Plenário. O projeto ficou na CCJ durante 11 meses e nós entendemos que regulamentar o naturismo é urgente e necessário.
Ao longo dos últimos anos o mandato da vereadora Carla Ayres e o movimento naturista têm realizado uma profunda discussão com diversas instituições sobre a necessidade de se garantir a segurança dos praticantes do naturismo na Galheta, ao passo em que as práticas indevidas precisam ser combatidas.
Assine o manifesto em defesa do naturismo na Galheta: https://bit.ly/Galheta
Vereador Dinho é co-autor do projeto de lei.
(enviado em 8/03/26 via WhatsApp)
Caso Praia do Pinho: Novo capítulo garante a volta do naturismo na praia pioneira do Naturismo no Brasil
Em nova nota à imprensa, a Federação Brasileira de Naturismo divulga que decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina garante a volta do naturismo na praia do Pinho.
(enviado em 19/01/26 por FBrN)
NOTA À IMPRENSA: Justiça de Santa Catarina garante direito ao naturismo na Praia do Pinho
Decisão judicial afasta criminalização de praticantes de naturismo em local de costume consolidado há 40 anos.
(enviado em 28/12/25 por FBrN)
Nota Pública da Federação Brasileira de Naturismo sobre o fim da Praia Naturista do Pinho
A Federação Brasileira de Naturismo (FBrN) manifesta profunda preocupação e pesar diante do encerramento da prática do naturismo na Praia do Pinho, em Balneário Camboriú, Santa Catarina, em decorrência da aprovação da PL 10/2022 e das alterações introduzidas pelo novo Plano Diretor do município.
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(enviado em 18/12/25 por FBrN)
Carta aberta à COP-30
A AGAL (Associação dos Amigos da Praia da Galheta), em Florianópolis, divulgou carta aberta direcionada ao participantes da 30ª edição da Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a maior reunião global sobre o tema, que foi realizada em Belém, Pará, entre 10 e 21 de novembro de 2025. O evento reuniu líderes mundiais, cientistas e sociedade civil para discutir e buscar soluções para o combate ao aquecimento global, a preservação de florestas, o uso de energias renováveis e a proteção da biodiversidade. A AGAL, com esta carta, pretendeu chamar atenção da sociedade para os problemas de descaso e preconceito que estão sendo imputados na praia da Galheta, em Santa Catarina.
Por João Batista Freire/AGAL
(enviado em 10/10/25 por AGAL)
Quando o dinheiro atrapalha o significado… O naturismo se torna menos sobre “liberdade” e mais sobre “fantasia”.
"Nós vimos isso acontecer novamente." diz o casal canadense Kevin e Corin em seu blog sobre Naturismo, onde contam histórias de suas experiências no naturismo canadense e estado unidense e também fazem crônicas e dão opiniões sobre assuntos que afetam nosso estilo de vida, como é o caso do texto apresentado a seguir, que mostra que um número considerável de pessoas têm usado o Naturismo como trampolim para realização de fetiches sexuais de terceiros, vendendo suas imagens na Internet.
Matéria do blog OUR NATURIST LIFE,
publicada originalmente em 9/08/2025
(enviado em 31/08/25)


