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Edição nº 309 - Agosto de 2026 - ano XXVII

Minha experiência naturista na Austrália
Naturista de São Paulo conta como foi sua tão sonhada viagem à Austrália, para intercâmbio profissional, quando aproveitou para conhecer diversas áreas naturistas do país.
por Bruno Piatto
(educador, naturista e curioso leitor
sobre diferentes culturas)
@fbrn_oficial
POR QUE AUSTRÁLIA?
Em dado momento do ano de 2017, tive a sorte de receber um bom dinheiro de forma muito inesperada. Feliz com essa surpresa agradável, pensei em todas as coisas que eu sempre quis fazer e nunca tive a oportunidade, inclusive meu sonhado intercâmbio, com curso no exterior e especialização profissional.
Foi assim que eu comecei a buscar agências de intercâmbio, pesquisando sobre lugares para morar e universidades que possibilitassem essa conquista acadêmica a mim. Acabei fechando negócio com uma agência que me encantou, e me convenceu de que a Austrália era o meu lugar: diversa, com climas variados, porém semelhantes aos brasileiros, uma população acolhedora e uma riqueza cultural imensa.

Eu, que já era naturista há cerca de três anos quando parti, em 2018, não imaginava – nem passava pela minha cabeça! – que a Austrália era, além de tudo isso, um ótimo lugar para que eu continuasse praticando naturismo. Lá, utilizei um aplicativo chamado MeetUp que, na época, permitia que nós conhecêssemos pessoas de acordo com hobbies que possuíamos em comum: pintura, bordado, karaokê, ensino de línguas estrangeiras, esportes e… claro, naturismo.
Descobri que havia na Austrália – mais especificamente na cidade de Melbourne, onde morei por seis meses – alguns grupos que se reuniam periodicamente em centros esportivos. Acontecia da seguinte forma: o presidente do grupo naturista conhecia o administrador desses centros, entrava em contato, e alugava o espaço num domingo para reunir naturistas, que ficavam à beira da piscina, conversando, fazendo um piquenique, bebendo e se divertindo. Obviamente, sempre sem usar roupas.

Além disso, também conheci um restaurante naturista, que funcionava em alguns dias específicos do mês. Nos demais, era um restaurante como outro qualquer. Nos dias exclusivos de naturismo, os clientes chegavam, deixavam suas roupas na chapelaria, e tinham um jantar naturista agradável, com direito a música ao vivo e entretenimento. Até quem trabalhava no local estava vestido (ou melhor, despido) a caráter.
Também passei alguns dias durante minhas férias de estudo em Sydney, onde conheci a Obelisk Beach, uma praia super calma e pequena, mas muito acessível, até de transporte público. Consegui facilmente ir à praia pegando um ônibus de onde eu estava hospedado, e sem fazer longas caminhadas ou pegar trilhar difíceis. E passei um dia muito agradável, com poucas pessoas ao redor, todos simplesmente curtindo o sol e o mar.
Você pode estar se perguntando por que é que eu estou contando toda essa experiência aqui neste artigo. Meu ponto aqui é: quando chegamos a um ponto em que há respeito e compreensão entre as pessoas, a importância de termos um código de ética rígido, bem aplicado, com consequências e penas a quem descumpri-lo, passa a ser incrivelmente menor. Acredite: não era necessário lembrar ninguém que era proibido tirar fotos de outros naturistas à beira da piscina, nem de que o uso de canga ou toalha era obrigatório ao se sentar nas cadeiras do restaurante, muito menos de que era proibido qualquer tipo de comportamento sexualmente ostensivo na praia. Nestes três tipos de experiência que tive, o bom senso sempre imperou, porque a única coisa indispensável no código de ética naturista é justamente o cerne de nossa filosofia: respeito.
Conheça mais sobre a Federação Brasileira de Naturismo pelo site www.fbrn.org.br.
(enviado em 1/08/26 por FBrN)
CINEMATOGRAFIA NUDISTA EM CURITIBA EM 1933
O articulista paranaense Arthur Virmond de Lacerda Neto volta a ter seus textos publicados no jornal Olho Nu, após um hiato de mais de um ano. Desta vez o tema é a exibição de filmes com temáticas naturistas (nudistas, como eram chamados então), em Curitiba, no ano de 1933, revelando a repercussão que teve na mídia local na época.
Por Arthur Virmond de Lacerda Neto
(enviado em 27/04/26 por Arthur de Lacerda)
(enviado em 18/08/25 via WhatsApp)
Festa de Abertura do 16° Tambaba Open
Na véspera da abertura da décima sexta edição do Tambaba Open de Surf Naturista vai haver festa de boas vindas na pousada oficial do evento, no município do Conde.

Festa de Abertura do 16° Tambaba Open
05/09/25 - 21hs
Local - Pousada dos Mundos - Tabatinga I - Paraíba
Convite: R$40,00 - incluso petiscos, suco e água
Bebidas alcoólicas serão vendidas no local
(enviado em 17/08/25 via WhatsApp)
Estão abertas as inscrições para o 16º Tambaba Open de Surf Naturista
A edição de 2025 do único campeonato de surf naturista do mundo já tem data marcada para realização e está com inscrições abertas para quem quiser participar
Os esportistas e surfistas naturistas já têm a data para mostrar suas habilidades. A praia de Tambaba será mais uma vez o palco do tradicional evento esportivo, onde a norma e surfar inteiramente nu.
As competições ocorrerão nos dias 6 e 7 de setembro, sábado e domingo. Quem quiser participar surfando deve se inscrever pelo telefone ou WhatsApp (83) 99800-7807, mas quem quiser apenas assistir e compartilhar a alegria do local é só procurar seu melhor local para se hospedar no município do Conde, na Paraíba, onde fica a praia de Tambaba.
Este evento é oficial da Federação Brasileira de Naturismo.

(enviado em 7/07/25 via WhatsApp)



