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Edição nº 304 - Março de 2026 - ano XXVI

Veja o dia a dia do 11º Encontro Latino Americano de Naturismo clicando nos links abaixo
Dia 1- ELAN no Peru começa com muitos amigos e pequeno terremoto
Dia 2 - Segundo dia de ELAN no Peru com muitas atividades
Elan 11 - o terceiro dia
O terceiro dia do 11º Encontro Latino Americano de Naturismo ocorreu no último dia de fevereiro e começou com o infalível café da manhã na casa 2, onde se concentrou a maioria dos hóspedes participantes do evento.
Para após o café da manhã, por volta das 9 e meia, ocorreu o Fórum “Liderança naturista na América Latina: o papel da INF-FNI” com a participação do presidente da INF Stéphane Deschênes, mediado pelo presidente da ClaNAT, Marc Van Echelpoel. Na verdade, como o tema desse dia já tinha sido abordado no dia anterior, o presidente da INF-FNI abriu falando um pouco do Bare Oaks no Canadá, da qual ele é o dono. Dando continuidade, perguntou o que as pessoas não gostam no naturismo. Paula Silveira, presidente da FBrN, falou que não gosta do naturismo segmentado, como ocorre em alguns países, grupos só para casais, só para gays, só para solteiros etc. O visitante jamaicano, morador de Nova Iorque, Dio concordou com Paula, pois isso foi, segundo ele, o que acabou

Img.: Pedro Ribeiro
Esta ave é abundante na região e elas não param de "conversar" entre si.
com os grupos em Nova York. O presidente também citou sobre o selo QR-Code e a carteirinha, foi quando Paula buscou suas três carteirinhas em seu quarto e as mostrou a todos, inclusive para o presidente da INF-FNI, tanto a dela quanto a do seu filho. Não houve grande demora nesse tema, porque alguns participantes estavam se sentindo mal e não estavam presentes nesse fórum.
Img.: Pedro Ribeiro
por Pedro Ribeiro

Marc e Paula em momento de intervalo entre uma atividade e outra.
O almoço ocorreu logo após a dança. Um tempinho de descanso e já estávamos convidados para o próximo fórum: “Desafios e lições aprendidas na prática do Naturismo”
Este fórum despertou muito interesse de todos os delegados, pois representava a chance de aprender novas soluções para seus problemas locais e de compartilhar soluções encontradas que poderão ajudar outros também. Desta forma foram postas muitas ideias, muitos depoimentos, muitos exemplos. Do Brasil Paula contou que algumas praias naturistas possuem trabalho voluntário para fiscalizar e inibir comportamentos indesejados, principalmente os de cunho sexual. Aliás esta é a principal queixa sobre a dificuldade de organizar uma praia naturista (não só na América Latina, mas também no Canadá e na Europa): pessoas não naturistas que usam espaços conquistados para realizar fantasias eróticas. Este tipo de comportamento tem dificultado e, até mesmo, impedido a aceitação da sociedade geral para a formação de novas áreas naturistas por todo o planeta. Até mesmo em países que
possuem grande tradição naturista têm sentido alguns reveses, como a proibição do naturismo em áreas consagradas. Mas todos reclamam da mesma coisa: as autoridades públicas dão pouca ou nenhuma atenção a estas áreas.
Os debates dos Encontros Naturistas, sejam nacionais ou internacionais, não têm caráter decisório, diferente dos congressos. O objetivo maior é a troca de informações, conhecimentos e experiências que são discutidas e potencialmente assimiladas pelas outras instituições que fazem parte das federações. No caso da ClaNAT, muitos dos países membros nem mesmo possuem federações nacionais, sendo representadas apenas por uma associação juridicamente formada. Portanto não haverá uma nova regra sendo promulgada. No máximo, uma orientação, uma sugestão de caminho.
Por volta do meio-dia houve a prevista “aula” de dança livre, quando participantes mostraram alguns passos de dança típicos de suas regiões, sob supervisão da mestre de cerimônias Yisela Gálvez.

Img. : Paula Silveira
Alguns antigos amigos se reencontram, como o registrado na imagem do encontro de Pedro, do Brasil, com Carlos, da Espanha.

Img.: Pedro Ribeiro
Pequenos desenhos foram feitos nos corpos dos voluntários por uma artista plástica.
Por volta das cinco da tarde foi a vez da pintura corporal dar uma relaxada nos debates e discussões. A artista plástica Alejandra H. fez a pintura nos corpos de todos os voluntários, que escolheram o tema a ser pintado nos seus próprios corpos.
Depois disso foi tempo livre com jogos, música, piscina e diversão até a hora do último jantar do grupo. Foi a partir deste momento que começaram a ser registrados diversos casos de pessoas que estavam com transtornos intestinais e abdominais, mas ainda não havia entendimento do que estava acontecendo.
Após o jantar, o anunciado Baile de Gala foi uma festa mais espontânea do que “de gala”, com dança e música, mas também jogos e bate-papo.
(enviado em 9/03/26 por Pedro Ribeiro)
(enviado em 14/04/24 via WhatsApp)


